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FYI: BI – seis tendências que sua empresa precisa saber

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Oi pessoal,

Outra matéria muito bacana sobre BI que saiu na Computerworld. Segue a matéria na íntegra.

Abs!

——–x——-

Elas podem ajudar a obter maior retorno do investimento e são vitais para impulsionar a adesão à tecnologia.

A tecnologia de Business Intelligence (BI) tem tido um enorme impacto positivo nas empresas. Nos últimos anos, tornou-se uma das tecnologias de software mais implementadas no mundo dos negócios, ajudando gestores e analistas a manterem-se a par das atividades das empresas. Contudo, do ponto de vista do usuário, a tecnologia de BI só agora começa a alcançar o seu potencial.

De fato, identifiquei seis formas que considero vitais para impulsionar a adesão às ferramentas de BI e obter maior retorno do seu investimento.

1: Servir uma audiência mais abrangente

Durante anos ouvimos como o BI está sendo direcionado para as massas. Quanto mais consumidores de informação se tem, maior será o retorno do investimento de BI. Contudo, para verdadeiramente disponibilizar estas aplicações a todos na empresa, é necessário fornecer aos usuários um elevado grau de informação através de uma interface simples, que não exija formação.

Com a informação correta disponível de forma fácil, todos na organização se tornam potenciais decisores, quer seja nos serviços de apoio ao cliente, ou na distribuição, produção, área administrativa, etc. O enfoque do BI passou dos analistas, que necessitam de ferramentas complexas para criar e analisar informação, para os colaboradores, que apenas necessitam aceder a conteúdos significativos rápida e facilmente.

2: Disponibilizar a informação ativa

Apesar de serem necessárias ferramentas de BI profissionais para analistas, esta nova face do BI envolve a disponibilização de informações relevantes aos usuários dentro do contexto das suas atividades diárias. Por exemplo, um colaborador de call center poderá receber um alerta a avisar sobre novos descontos em determinados produtos, para que este possa promovê-los aos clientes. Um representante comercial pode depender da visão de um sistema de BI para detectar pedidos acima de determinado valor para depois recomendar um fornecedor baseando-se em promoções e disponibilidade. Da mesma forma, os representantes comerciais podem receber atualizações sobre assuntos de clientes envolvendo as suas contas, enquanto os representantes de produção recebem alertas sobre o aumento da ordem de volumes, que pode ter impacto na produção.

À medida que a natureza do BI se torna mais operacional tem, igualmente, de se tornar mais previsível. Estes colaboradores não deverão ter que pesquisar relatórios ou submeter consultas. A informação relevante deverá encontrá-los e as aplicações de BI deverão ser desenvolvidas para reagir às atividades operacionais existentes. A tecnologia de integração inserida nesta ferramenta é a chave para estas aplicações de BI, chamado de BI dinâmico: falamos de acessar dados, pesquisar por mensagens, sincronizar acontecimentos de negócio e submeter transações baseadas em um fluxo de trabalho pré-definido. Isto permite que essas aplicações “detectem” acontecimentos e tomem ações de acordo com parâmetros pré-definidos (tais como reenvio de informação para um agente tomar a decisão).

3: Implementar o BI como um serviço

À medida que os ambientes de BI se tornam mais operacionais, as suas capacidades tomam geralmente a forma de serviços que podem ser apresentados através de portais, painéis de controle, etc. Este tipo de aplicação abre uma nova dimensão para a indústria de BI, à medida que as empresas aplicam o conhecimento do seu domínio a uma indústria particular ou vertical.

Por exemplo, além de ajudar empresas a gerir pessoas e pagamentos, algumas empresas de RH estão também oferecendo serviços de armazenamento de dados e de capacidades analíticas, para criar relatórios. Observamos uma tendência semelhante com empresas de cartões de crédito, que deixam comerciantes analisarem os dados de transações geradas para compreender os padrões de compra dos consumidores. O que têm estas aplicações de BI em comum? Estão implementadas como serviços para uma base de clientes existente. Mais importante, todas partem do que é geralmente um centro de custo e o transformam em um centro de lucro.

4: Integração de pesquisas

O valor real da tecnologia de pesquisa revela-se quando se consegue alimentar o serviço de busca a partir de todas as fontes de informação da empresa e analisar resultados ao longo desse percurso. Idealmente, os usuários deverão poder pesquisar o conteúdo empresarial tão facilmente como usam o seu serviço de busca favorito na Web. Isto permitirá que tenham acesso ao conteúdo de BI dinâmico e adicionalmente a fontes de dados estruturados e não estruturados dentro da empresa.

Com a fácil localização de dados relevantes através da pesquisa por palavras-chave simples, a empresa irá obter ganhos significativos de produtividade, pois os usuários gastarão menos tempo para pesquisar a informação.

Infelizmente, a maioria das ferramentas de BI oferece apenas capacidades de pesquisa rudimentares. Trabalham através da construção de um índex consolidado de dados da empresa. Apenas uma pequena quantidade de informação de business intelligence é arquivada, o que limita a utilidade deste modelo.

Ao utilizar tecnologia de integração embutida, o ambiente de BI pode melhorar o valor das pesquisas. Por exemplo, quando uma transação é processada pelo seu sistema ERP, este pode inserir a informação no índex de pesquisa, para que os usuários possam encontrar de imediato os dados quando iniciam as pesquisas. Estes usuários podem começar com pesquisas tipo Google e depois enriquecer com transacções associadas e bases de dados para encontrar informação adicional, correlacionando eventos à medida que continuam.

5: Dar pernas ao BI com aplicações móveis

Os “smartphones” atuais têm telas e teclados que permitem acessar e visualizar facilmente conteúdo enriquecido da Web. À medida que os colaboradores descobrem as capacidades destes dispositivos, solicitam cada vez mais o acesso a dados corporativos. Se conseguem enviar e-mails ou navegar a Web nos seus telefones, porque não podem acessar ao último resultado de vendas ou solicitar um relatório de vendas?

Contudo, ainda se colocam alguns problemas. Uma vez que a memória e poder de processamento da maioria dos dispositivos móveis não corresponde às dos computadores, torna-se crítico entregar apenas a informação relevante. Além disso, as aplicações móveis de BI não deveriam requerer que os usuários instalem nenhum software extra no seu telefone. Os criadores de BI devem ter atenção, pois o cenário ideal é o desenvolvimento de aplicações centralizadas, baseadas na Web, que consigam receber pedidos e introduzir informação facilmente para os usuários móveis.

Claro que mostrar relatórios e alertas é apenas o começo. Para compreender o total potencial de uma solução de BI móvel, os usuários necessitam também conseguir analisar dados. Este é ainda um desafio que só agora começa a ter alguma resposta com os Active Reports.

6: Data warehouses não são a única solução

Os armazéns de dados não devem ser implementados sem uma clara compreensão dos desafios de negócio que são desenhados para resolver. Existem muitas formas de disponibilizar informação exata.

Algumas alternativas a considerar são a derivação de dados diretamente de fontes operacionais (ou uma cópia dessas fontes estabelecidas para relatórios); a inserção de dados no data warehouse à medida que determinadas transações ocorrem; criação de informação desencadeada por determinadas ocorrências na base de dados; ou a utilização de serviços Web para criar relatórios e entregar informação diretamente a usuários de negócio.

As atuais aplicações de BI dinâmicas, operacionais e integradas provam que não se necessita sempre de um data warehouse como fonte para as suas atividades de BI.

Em suma, os atuais ambientes de BI dão às empresas uma nova forma de servir os clientes, interagir com os parceiros de negócio e disponibilizar informação a todos os tipos de usuários – em alguns casos criando até novas linhas de negócio. O BI não envolve meramente a construção de um data warehouse e a disponibilidade de ferramentas para geração de relatórios. Implica uma estrutura preditiva que atenda uma grande parte da empresa utilizando capacidades de análise simples, mas poderosas, inseridas nas rotinas de trabalho.

Os criadores de BI devem empenhar-se para tornar as suas aplicações mais acessíveis através de acesso aos dados em tempo real, análise móvel e pesquisa empresarial – idealmente como parte de uma arquitetura orientada para o serviço. Isto irá permitir ao BI chegar a uma mais vasta audiência e rentabilizar enormemente o investimento realizado.

(*) Michael Corcoran é vice-presidente de Marketing de Produtos da Information Builders.

Fonte:
http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/2011/08/17/bi-seis-tendencias-que-sua-empresa-precisa-saber/#ir

 

 


agosto 22nd, 2011  
Tags: BI, Business Intelligence, FYI



FYI: Rede de Hospitais São Camilo utiliza BI para Planejamento Estratégico

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Olá!

Mais uma matéria sobre BI, desta vez no site Segs, falando sobre BSC (Balanced Scorecard).

Segue na íntegra!

Abs,

Renata Oliveira

——–x——-

A aplicação, desenvolvida com o objetivo de atender às necessidades do Balanced Scorecard (BSC), permite aos gestores um acompanhamento online e gerenciamento das metas, indicadores, processos, planos de ação e projetos

O Business Intelligence (BI) permite às instituições de saúde reunir em uma única plataforma todas as informações das diversas unidades de apoio da instituição hospitalar, possibilitando o monitoramento e comparação do desempenho da instituição com outras referências no mercado, gerando mais competitividade e facilidade na tomada de decisões. Dentro desse contexto, visando consolidar, padronizar e disponibilizar indicadores de desempenho, qualidade e processos, a Rede de Hospitais São Camilo implementou uma plataforma de BI da MicroStrategy. O resultado foi um ganho em confiabilidade das informações, que passaram a ser distribuídas e acompanhadas online pelos gestores de todos os níveis de operação.

A Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo é formada por três Unidades localizadas nos bairros paulistanos da Pompeia, Santana e Ipiranga, com capacidade para atendimentos eletivos, de emergência e cirurgias de alta complexidade. As três unidades contam com 620 leitos e um quadro clínico de aproximadamente seis mil médicos altamente capacitados, que prestam atendimento humanizado e com qualidade a mais de três milhões de pacientes por ano.

Segundo Alexandre Oliveira Menezes, gerente de TI corporativo do Hospital São Camilo, a aplicação de BI foi desenvolvida especificamente para atender às necessidades do Balanced Scorecard (BSC), possibilitando à instituição hospitalar a criação de uma cultura de gestão estratégica, capaz de gerar alinhamento, foco e facilitar a execução de um planejamento participativo. Anteriormente à implementação, as informações gerenciais não eram consolidadas e estavam disponíveis em planilhas, com redundância e dados divergentes.

“As informações tornaram-se qualitativas e passaram a ser disponibilizadas de maneira mais ágil. Por meio de indicadores estratégicos, conseguimos acompanhar todas as metas e objetivos em tempo real. Com isso é possível adotar, quando necessário, planos de ação para correção de desvios, por exemplo”, ressalta Alexandre.

Um portal centraliza todos os dados estatísticos, indicadores e, principalmente, a aplicação de BSC. Essas informações são disponibilizadas a todas as áreas dos hospitais pertencentes à Rede São Camilo. As lideranças tanto dos departamentos administrativos como da área assistencial, incluindo desde o superintendente  até supervisores ou encarregados, têm acesso a essas informações.  O tamanho do banco de dados da instituição é de aproximadamente 600 GB.

A solução de business intelligence da MicroStrategy é utilizada desde 2000 em conjunto com o MV Portal, que é um portal de informações gerenciais e consolidadas que disponibiliza conteúdos via web, gerados pelo ERP MV2000, ferramenta de gestão desenvolvida pela MV Sistemas. A Rede São Camilo também utiliza o MicroStrategy Architect ™ para  desenvolver e agregar ao Portal dados de outros sistemas, como por exemplo, o da área de recursos humanos, que não  é gerenciado pelo ERP da  MV.

Em relação aos planos futuros, diante dos resultados positivos, a ideia é continuar estendendo a aplicação do BI dentro da instituição. O próximo passo será atender a demanda da área médica por indicadores clínicos. “Já iniciamos um projeto piloto e o resultado foi recebido com entusiasmo pelo  corpo clínico. Também temos como objetivo um projeto de geração de indicadores na área da qualidade, devido às certificações nacionais e internacionais que a Rede possui, como por exemplo, ONA (Organização Nacional de Acreditação), Acreditação Canadense e agora a Joint Commission”, explica o executivo.

Sobre a MicroStrategy

Fundada em 1989, a MicroStrategy é líder global em tecnologia de business intelligence (BI). O software da MicroStrategy permite que organizações líderes em todo mundo analisem uma vasta quantidade de dados armazenados corporativamente para melhores tomadas de decisões. A plataforma da MicroStrategy disponibiliza informações acionáveis para os usuários de negócios via web e dispositivos móveis, incluindo iPad, iPhone e Blackberry. As companhias escolhem a MicroStrategy pela sua facilidade de uso, análises sofisticadas e superior escalabilidade de dados e usuários. A MicroStrategy  disponibiliza download gratuito de seu software para gerar relatórios em seu website. Para saber mais sobre a MicroStrategy (Nasdaq: MSTR) visite www.microstrategy.com e nos siga no Facebook (http://www.facebook.com/microstrategy) e no Twitter (http://www.twitter.com/microstrategy).

MicroStrategy, MicroStrategy Business Intelligence Plataform e MicroStrategy 9 são marcas registradas da MicroStrategy Incorporated nos Estados Unidos e em diversos países. Outros nomes de produtos e companhias mencionados aqui podem ser marcas registradas de seus respectivos proprietários.

Fonte:
http://www.segs.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=46022:rede-de-hospitais-sao-camilo-utiliza-bi-para-planejamento-estrategico-&catid=47:cat-saude&Itemid=328

 


agosto 21st, 2011  
Tags: BI, Business Intelligence, FYI, Planejamento Estratégico



FYI: Como desenvolver um sistema de Business Intelligence?

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Olá!

Esta é outra ótima matéria sobre BI que saiu no site Baguete. Segue na íntegra.

Enjoy!

Renata Oliveira

——–x——-

O que é Business Intelligence?

Apesar do conceito de BI (Business Intelligence) existir há mais de uma década, volta e meia aparecem dúvidas a respeito de sua arquitetura e de como implementar o sistema.

Business Intelligence envolve basicamente a análise do negócio através de métricas sintetizadas, que agrupam toda a informação disponível na empresa, com o objetivo de melhorar a tomada de decisão.A partir desta definição, já podemos deduzir algo muitas vezes negligenciado pelos analistas de BI: apenas as informações úteis para a tomada de decisão por parte dos executivos devem ser modeladas no sistema.

Trazer informações apenas por trazer gera trabalho (e custos) desnecessários.

Como implementar uma aplicação dessas?

Uma aplicação de BI é muito complexa, devendo ser investido um bom tempo em análise e levantamento de requisitos.

O primeiro passo é a especificação das fontes que serão origens de dados. Estes dados encontram-se em sistemas externos, como o ERP da empresa (SAP, Oracle, Microsiga, Cigam, etc), o e-commerce, o e-procurement, sistemas de B2B, planilhas Excel e outras fontes.

Definidas as fontes, deve-se especificar os processos de ETL (Extract, Transform, Load). Estes processos são responsáveis por:

1. Extrair todas as informações relevantes para a aplicação. . O sistema de extração deve contemplar funcionalidades que permitam conectar a estas fontes e tratar os diversos formatos de arquivos.

2. Transformar os dados. Realizar as transformações necessárias das origens de dados para permitir a gravação no banco de dados.

3. Carregar os dados. Persistir as informações no sistema de BI.

Outra etapa importante é a modelagem do Data Warehouse. Este processo contempla a especificação de vários estágios no banco de dados, cada um deles sendo uma “fotografia” dos dados a serem transformados. Normalmente de definem 3 ou 4 estágios para a modelagem do banco.

A modelagem do banco de dados de um sistema de BI segue um paradigma diferente. Normalmente os analistas que estão acostumados com o paradigma relacional de sistemas transacionais, que incluem a normalização do banco de dados, se sentem um pouco perdidos. Para modelar um Data Warehouse, deve-se definir as tabelas com redundância de dados, para facilitar a performance nas consultas e permitir o uso de ferramentas de criação de cubos. Além disto, a modelagem desta maneira facilita os processos de cargas de dados.

Normalmente, no estágio do banco especificado para visualização dos dados, opta-se pela criação de um modelo estrela, centrado em uma tabela-fato relacionada com as outras tabelas que representam as dimensões de visualização. Estes são os cubos, que permitem a visualização multidimensional dos dados.

Ferramentas

Outra questão importante é a escolha das ferramentas a serem utilizadas. Para a criação dos cubos, pode-se optar por um servidor OLAP (Online Analytical Processing) como o Hyperion, Cognos ou o Mondrian. Para o ETL, pode-se optar pelo JasperETL ou o ODI (Oracle Data Integrator). Outra ferramenta interessante que pode ser utilizada para a visualização dos dados e que costuma apresentar boa performance é o QlikView.

Business Intelligence contempla uma variedade de conhecimentos, técnicas e ferramentas, que torna inviável citar tudo aqui. Para uma visão geral, é importante destacar que é uma ferramenta complexa de desenvolver, que envolve muitas horas de trabalho e consequentemente um custo considerável. A vantagem que este investimento traz é ter informações sintetizadas da empresa para melhorar a qualidade da tomada de decisão.

Agradeço ao funcionário da Krieser Vanderson Mello pelos ótimos conhecimentos transmitidos.

Fonte:

http://www.baguete.com.br/colunistas/colunas/51/paulo-krieser/05/08/2011/como-desenvolver-um-sistema-de-business-intelligence

Sobre o autor:

Paulo Krieser é Diretor Executivo da Krieser IT Solutions, Mestrando em Administração de Empresas pela USP e Graduado em Ciência da Computação pela UFRGS. Possui mais de 10 anos de experiência no mercado de TI, gerenciando projetos de software, implantando aplicações e atendendo clientes corporativos.


agosto 21st, 2011  
Tags: BI, Business Intelligence, FYI



FYI: As 4 piores práticas de Business Intelligence

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Oi pessoal!

Saiu uma matéria na IDG Now! sobre as piores práticas de BI. Segue o texto na íntegra:

Abraços!

Renata Oliveira

——–x——-

Lembrar estas práticas e tomar precauções para evitá-las são passos que permitirão à sua empresa ter sucesso na implantação de ferramentas analíticas.
O software de Business Intelligence (BI) evoluiu. De relatórios de linhas verdes baseados em Cobol converteu-se num complexo mercado integrado por ferramentas e plataformas. Existem ferramentas para desenhar relatórios, formular consultas e efectuar processos analíticos online (OLAP). Por sua vez, as plataformas de BI combinam estas ferramentas com bases de dados, tecnologia de integração e portais, oferecendo sofisticadas aplicações.

De fato, o BI tem um grande potencial para ajudar as organizações, mas não poderemos apenas considerar a implementação de ferramentas de BI como fator de sucesso para as empresas. A implementação e utilização desta tecnologia têm uma grande importância no êxito do Business Intelligence.

Ao estudar os resultados menos positivos na implementação de BI ao longo dos anos, conseguimos distinguir quatro aspectos comuns que poderemos designar como as “piores práticas” do BI.

Os usuários empresariais necessitam de informação facilmente acessível e útil para apoiar a tomada de decisões fundamentada. Ainda que as ferramentas de BI ofereçam a possibilidade de descobrir informação, estas são demasiado complexas para a maioria dos usuários.

O primeiro erro que as empresas cometem consiste na forma de avaliação e escolha das soluções de BI. Falham ao não incluir, na grande maioria das vezes, os usuários empresariais na comissão de seleção da ferramenta. Esta prática é, maioritariamente, a origem do fracasso do BI, pois os decisores não sabem o que os usuários empresariais necessitam. Isto é ainda mais preocupante se levarmos em conta que cerca de 90% dos usuários empresariais são utilizadores não técnicos, reflectindo que só 10% dos usuários têm conhecimentos suficientes para utilizar uma ferramenta de BI.

Para resolver esta questão, as empresas necessitam de soluções de BI que sejam fáceis de usar para todos os usuários, especialmente para os não técnicos.

O segundo erro que as empresas devem evitar é permitir que o Excell se converta na plataforma de BI por defeito. O Excell é possivelmente a ferramenta de BI mais utilizada em todo o mundo e a sua beleza reside no fato de oferecer um interface extremamente simples para executar algumas funções de uso comum como calcular, apresentar e mostrar dados numéricos. Trata-se de uma ferramenta de produtividade padrão à qual qualquer colaborador pode ter acesso facilmente.

Contudo, apesar de ser útil, o ponto fraco do Excell reside na qualidade e coerência da informação gerada, pois os seus processos manuais são fonte de erros. De fato, o Excell não foi concebido como ferramenta de BI. As aplicações de BI só devem utilizar dados procedentes de fontes confiáveis e acreditadas. Para além desta questão, o Excell é um software que permite aos utilizadores, individualmente, acumularem os dados dos quais depende o seu trabalho em folhas de cálculo pessoais.

A solução para este problema é minimizar o trabalho manual realizado em Excell e impedir a acumulação de dados em planilhas pessoais. Uma forma de consegui-lo é converter o Excell em um front-end do BI. Se os dados produzidos forem exatos, pré-formatados e pré-calculados, o usuários não terá praticamente que fazer nada para obter os resultados que necessitam.

A terceira prática a evitar é considerar que um data warehouse resolve todas as necessidades de acesso e distribuição dos dados da sua empresa. Os data warehouses são uma parte importante da tecnologia de informação e, em particular, constituem um componente essencial de muitos sistemas analíticos. O problema não é o data warehouse em si, mas quando este é considerado a solução para todos os problemas de informação ou quando se espera que a disponibilidade deste conduza os usuários empresariais até à informação. Os armazéns de dados não devem ser implementados sem se conhecer com clareza a necessidade do negócio.

Identificar o melhor método de integração e acesso à informação e não tomar por garantido que um data warehouse é a solução adequada antes de avaliar todas as opções é a forma de evitar este erro.

A aquisição de software de BI para análises gerais é a última prática inadequada que identifiquei. De fato, os custos mais elevados e a rentabilidade mais reduzida do BI derivam da aquisição de uma solução genérica, sem um objetivo específico, o que raras vezes tem impacto positivo no negócio.

Em suma, lembrar estas práticas e tomar precauções para evitá-las são passos que permitirão à sua empresa alcançar um resultado final com rentabilidade do investimento claramente definida. Assim, poderá identificar, desde o primeiro momento, o que a sua empresa necessita e construir as bases para que um maior número de usuários tome como sua a solução, ao incluir o verdadeiro usuário no processo de selecção e implementação de uma aplicação de BI fácil de usar e que interaja com as aplicações mais utilizadas.

(*) Kevin Quinn é vice-presidente de Produtos de Business Intelligence e Serviços de Apoio Comercial Information Builders.

Fonte:
http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2011/08/16/as-4-piores-praticas-de-business-intelligence/

 


agosto 21st, 2011  
Tags: BI, Business Intelligence, FYI



Lançamento: BI2 – Business Intelligence – Modelagem & Qualidade

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Oi Pessoal!

Em maio eu indiquei como “Livro do Mês“ o primeiro livro sobre BI do autor Carlos Barbieri. Agora no mês de julho ele está lançando seu segundo livro sobre o tema, chamado BI2 – Business Intelligence – Modelagem & Qualidade pela editora Elsevier e #ficadica para quem quiser ler mais sobre o tema.

Eu ainda não o adquiri, mas já está na minha wish list! Alguém se habilita a me dar de presente? hehehe

Até mais!

 

 


julho 3rd, 2011  
Tags: lançamento, livro



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